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CINEASTAS AFRICANOS
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Mansour Sora Wade (presente no evento)
Nascido no Senegal em 1952, cursou Cinema na França
e voltou a Dacar para trabalhar nos arquivosaudio-visuais
do Ministério da Cultura do Senegal. Exerce sua profissão
gravando documentários e reportagens para a televisão.
Incia sua carreira em 1976 dirigindo documentários e
noticiários de televisão. Participou do II Encontro com
o longa “O Preço do Perdão” e com o curta “Picc Mi.”
Traz ao III Encontro seu mais recente trabalho, “Le Feux de Mansaré.” |
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Cheik Fantamady Camara (presente no evento)
Nascido em 1960 em Conakry, uma região da Guiné, Cheik
Fantamady Camara é autodidata. Dirigiu os curtas “Konorofill”
(2000) e “Little John” (2002) além dos longas-metragens
“Mambéty For Ever” (2008) e “Il Va Pleuvouir sur Conakry”
(2007), filme que alcançou sucesso em diversos festivais
de cinema no continente africano e que está presente na
Programação do III Encontro. |
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Daniel Kamwa (presente no evento)
Nascido em Nkongsamba no Camarões, Daniel Kamwa
vive e trabalha em Paris. Após uma formação como
comediante no Curso Simon, ingressa na troupe de Peter
Book em 1968. ele também atua no teatro, no cinema e na
televisão nos anos que segue com os estudos de cinema
à Paris VIII. Em 1972-73 realiza o seu primeiro curta metragem “Boubou Cravate” com, a parceira de marpessa DAWN, a vedete de Orfeo Negro (Palma de Ouro em Canes). Seu primeiro longa-metragem, "Pousse- Pousse" (1975) se torna um sucesso popular. Traz ao III Encontro o filme “Mah Saah Sah. |
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Idriss Diabaté (presente no evento)
Idriss Diabate é professor de audiovisual no Institut National
des Arts Et L' action Culturelle (INSAAC) em Abidjan,
Costa do Marfim. Pesquisador associado ao Centro de
Pesquisa em Comunicação da Universidade de Abidjan.
Idriss Diabaté registra os fatos sociais no continente
africano por meio de documentários. No III Encontro
apresenta o documentário “La Femme Porte L'afrique.” |
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Missa Hebié (presente no evento)
Diretor de filmes de Burkina Faso, Missa Hebié começou
sua carreira em 1990, após sua graduação do Instituto
Nacional de Cinematografia de Burkina Faso (INAFEC).
Soma em sua carreira cerca de 15 filmes. “Le Fauteuil”
(2009), que está na programação do III Encontro, foi julgado
por unanimidade o melhor filme no XXI Festival de Cinema
Panafricano de Burkina Faso, em Março desse ano.
Hebie também produziu filmes para crianças e ganhou o primeiro prêmio para uma série de televisão e os Direitos da Criança da UNICEF. |
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Mamma Keita (presente no evento)
Autor de um primeiro longa-metragem “Choisis-toi un ami” apresentado no FESPACO, Mamma Keita filmou também na
Guiné o filme “O Rio”. Participa com L´absence do
FESPACO 2009.
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Jihan El Tahri
Jihan El Tahri é escritora, diretora e produtora. Nascida em Beirute, no Líbano, é mestre em ciência política pela Universidade Americana do Cairo. De 1984 a 1990, trabalhou como correspondente de notícias sobre a política no Oriente Médio em órgãos de imprensa como “E.U. News,” “World Report” e “Reuters”. |
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J.Jacques Flori
Cineasta Francês, ligado ao “Cinema Direto”, movimento surgido no final dos anos 1950, que se refere a um gênero de documentário empenhado em captar, sem fins didáticos ou de ilustração histórica, a realidade como ela é. |
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Idrissa Guiro
Nascido no Senegal, Idrissa Guiro foi morar com seus pais na França aos cinco anos de idade. Aos 17 anos realiza uma viagem pelo mundo passando pela América do Sul, Oceania, Ásia e África. A partir dessas viagens desenvolve o gosto pela fotografia, que vem a se tornar o seu ofício. De volta à França, onde vive atualmente, volta-se para o cinema documental e trabalha em inúmeros filmes como chefe operador.
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Jacques Sarasin
Nascido em Genebra em 1955, Jaques Sarasin é vice-presidente de uma fundação responsável pelo desenvolvimento da habitação no continente africano e na América Latina. Atualmente desenvolve um estudo sobre artes visuais. Produziu os curtas-metragens “Longue nuit,” “Petites histoires” e o documentário “Johannesburg, carnets d'un urbaniste.” |
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Katy Lena Ndiaye
Nascida no Senegal, Katy Lena Ndiaye teve sua estréia como diretora no documentário “Traces, Empreintes de Femmes (2005), com o qual recebeu aclamação internacional. Seu segundo projeto foi exibido em mais de 20 festivais, tendo recebido cinco prêmios. Katy apresenta um programa na TV5, “Reflet Sud.” No III exibe o documentário “Em Attende Les Hommes.” |
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Osvalde Lewat
A cineasta Oswalde Lewat nasceu em 1976 no Camarões e atualmente mora na França. Estudou no Instituto Nacional da Imagem e do Som de Montreal e na Escola Audiovisual de Paris. Seu filme de estréia, “Beyond the Pains” (2003) ganhou inúmeros prêmios internacionais, entre eles o prêmio de Direitos Humanos, no Festival Vues d'Afrique de Montreal. Com uma longa carreira jornalística, escreveu diversos artigos culturais no “Cameroun Tribune.” Ganhou destaque no mundo cinematográfico com o documentário “Upsa Wimoowin” (O Cachimbo da Esperança).
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Pierre – Yves borgeaud
Nasceu em 1963 em Monthey, na Suíça. Paralero aos seus estudos literários na década de 1980, trabalhou na Suisse Cinémathèque e desde 1986 é colunista de jazz, cinema e televisão para diferentes mídias. Dirigiu vários documentários de música. |
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Zózimo Bulbul
Ator, diretor e produtor, Zózimo Bulbul é importante não só para a cultura negra, mas também para o cinema e a TV brasileiras. Foi o primeiro negro a romper com estereótipos que sempre relegaram ao negro papéis subalternos. Insatisfeito com a condição reservada aos negros nas telas, decidiu escrever e dirigir seus próprios filmes. Em 1988 lança o documentário “Abolição”, que propõe uma reflexão crítica sobre a então comemoração dos 100 anos da abolição da escravatura. Dirigiu também inúmeros curtas, sempre com um olhar para o negro na sociedade brasileira: “Aniceto do Império” (1981), “Samba no Trem” (2000), “Pequena África” (2002), entre outros. Há 3 anos realiza o Encontro do Cinema Negro, que mostra realizações da cinematografia negra e promove um intercâmbio entre cineastas negros de diversas partes do mundo. |
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Joel Zito Araújo
Cineasta e pesquisador. É doutor em Ciências da Comunicação
pela USP e fez pós-doutorado no Departamento de Cinema
e Antropologia da Universidade do Texas. Dirigiu documentários
de curta e média metragem, tematizando o negro na sociedade
brasileira. Em 2000 lançou simultaneamente o documentário e o
livro “A Negação do Brasil – o Negro na Telenovela Brasileira”,
onde faz uma reflexão crítica sobre o modo como o negro foi
Retratado nas telenovelas brasileiras entre os anos 1960 e 1990. O documentário foi exibido no I Encontro. Em 2004 dirigiu seu primeiro longa de ficção, “Filhas do Vento”, também exibido no I Encontro. No II Encontro apresentou o documentário “Cinderelas, Lobos e Um Príncipe Encantado.” Traz ao III Encontro seu mais recente trabalho, o documentário “Nas Trilhas da afro-diáspora”.
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Jeferson De
Formado em Cinema pela Universidade de São Paulo (USP), dirigiu
diversos curtas-metragens, entre eles “Carolina” (2003) e
“Narciso Rap” (2005). É co-fundador do manifesto Dogma
feijoada, movimento que busca enfatizar a questão negra nas telas.
É professor de direção na Academia Internacional do Cinema (AIC).
Participou do XXI FESPACO – Festival Pan-Africano de cinema e TV,
em Burkina Farso (2009).
Atualmente produz seu primeiro longa-metragem, “Bróder”. |
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Anderson Quak
Ator, cineasta, roteirista e diretor da Cia de teatro tumulto da CUFA
(Centra Única das Favelas) Anderson foi também coordenador
de audiovisual da cufa além de ter dirigido os documentários
“Sou Coroado” e “Deny de Lima,” ambos sobre samba.
Participou do II Encontro com “A Cidade do Pan”, documentário
sobre os bastidores dos jogos Pan-Americanos. É assistente
de direção do programa “Espelho”, apresentado por Lázaro Ramos.
Participa do III Encontro com o documentário “Turismo no Rio”.
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Luis Antônio Pillar
Diretor de cinema, teatro e TV. Dirigiu projetos como: Heróis de
Todo o Mundo, 30 mini-documentários sobre vida e obra de
personalidades negras (“A Cor da Cultura”), o espetáculo teatral
“Os Negros”, de Jean Genet. Dirigiu os curtas “A Mãe e o Filho
da Mãe” (2003), exibido no I Encontro, “Na Boca do Sapo”
(2005) e “O Papel e o Mar,” contemplado pelo edital Riofilme em 2008. Apresenta no III Encontro o seu mais recente trabalho, o documentário “Em Quadro – A história de Quatro Negros nas Telas”. |
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Lazaro Ramos
Nascido em Salvador, foi revelado no Bando de Teatro Olodum. Um dos seus trabalhos mais expressivos no cinema foi Madame Satã, seu primeiro protagonista. É um dos mais premiados atores brasileiros de sua geração, e repetidamente elogiado pela crítica. |
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Tiago Araújo
Formado em Animação e Vídeo pela Escola de audiovisual Cinema Nosso e em Audiovisual pela CUFA, onde dirigiu o documentário “O Passo de Madureira.” Tiago é ator de duas cias teatrais: Somosaarte e Tumulto. Foi Capacitado como Multiplicador Artístico do Grupo Nós do Morro em Nova Iguaçu. Também dirigiu o Filme "dance", exibido no festival mundial Pangea Day Nokia, em 2009 exibido simultaneamente em todo o mundo. |
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Dudu Fagundes
Formado em Comunicação Social com bacharelado em cinema.
Como Cineasta, realizou os filmes “Paradoxo”, “Rio Antigo”,
“Doravante”, “Batacotô”, “O Colar”, “Fantasias Sonoras” e
“O Relojoeiro”. Possui mais de oitenta músicas gravadas por
diferentes nomes da MPB. Como Literato escreveu os livros
“Doce Favela, Novas Historias da Velha Lapa e Canto da Araponga”. |
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Rogerio Moura
Entre 1993 e 1996, estudou em vários cursos de cinema nas Oficinas Culturais, promovidas pela Secretaria de Estado de São Paulo. Entre 1997 e 1998, passou a atuar como professor nessas mesmas oficinas, dando aulas de roteiro, direção e história do Cinema. A partir de 1997, passa a trabalhar em diversas funções em curtas-metragens, longas, além de escrever roteiros bem como dirigir curtas-metragens. Um dos seus últimos trabalhos foi o filme "Bom dia eternidade". |
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CUFA
A CUFA (Central Única das Favelas) é uma organização sólida, reconhecida nacionalmente pelas esferas políticas, sociais, esportivas e culturais. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas do Rio de Janeiro, principalmente negros, que buscavam um espaço para expressarem suas atitudes, questionamentos e uma maior inserção e participação na sociedade.
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Flavio Leandro
Nascido no subúrbio carioca, sua carreira tem início em 1977 e já
Participou de mais de quarenta filmes nacionais e internacionais,
nas mais diversas áreas de atuação. Ao longo desses 32 anos,
trabalhou com os principais cineastas brasileiros. Dirigiu cinco
curtas-metragens. e foi premiado nas duas vezes em que
participou de concurso de roteiros. Ministra oficinas de
Produção de Cinema nas principais capitais do país. Participou
da XXI FESPACO – Festival Pan-Africano de cinema e TV, em Burkina Farso (2009). |
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Cinema Nosso
É uma organização social criada informalmente em 2000 a partir das oficinas de seleção do elenco para o filme “Cidade de Deus”. Com o fim das filmagens, os jovens que formaram o elenco do filme, todos vindos de comunidades pobres da cidade do Rio de Janeiro, decidiram dar continuidade aos estudos na área de cinema. As atividades do Cinema Nosso tiveram início em 2002. O objetivo do grupo é ampliar o universo cultural e contribuir para o desenvolvimento do senso crítico de crianças, adolescentes e jovens oriundos das classes populares através da linguagem audiovisual. |
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Viviane Ferreira
Soteropolitana, vive em São Paulo. Ativista do Movimento
de Juventude Negra foi batizada Aquatuny Ferreira pela
militância. Aquatuny é educomunicadora, graduanda do curso
de Direito. Formada em Cinema Digital, trabalha com temas
ligados aos Direitos Humanos, Cinema Digital, Relações Raciais,
juventude e Gênero. Ministra oficinas de cinema digital nas
periferias de São Paulo. Em Março de 2009 participou da
XXI FESPACO – Festival Pan-Africano de cinema e TV, em
Burkina Farso com o filme “Dê sua idéia, Debata”.
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Carlos Maia
Ator e jornalista. Entrou no mundo das artes em 2001, como
aluno da atriz Zezé Motta no projeto “Arte de Representar
Dignidade.” Participou como ator do curta “O Comprador
de Promessas (2009). É membro da Cia Rubens Barbot
Teatro de Dança, primeira cia do Brasil dedicada ao trabalho
afro contemporâneo. Atualmente apresenta o cineclube
Atlântico Negro, no Templo Glauber e cursa Direção
Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. |
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Kall Britto
Nasceu em Santo Amaro da Purificação – BA. Cursa Comunicação Social – Jornalismo em Multimeios, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Roteirista, cinegrafista, diretora e editora de imagem. Possui experiência em produção de vídeos-documentários --“Moradores de Rua-Condição ou Opção”- concorrendo ao II Festival de Vídeo Universitário do Vale do São Francisco (FESTVÍDEO DO VALE-2009). |
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Laura Ferreira
Nasceu em Riachão do Jacuípe-BA. Cursa Comunicação Social – Jornalismo em Multimeios, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). É roteirista, cinegrafista e diretora. Produz vídeos-documentários, e faz coberturas fotojornalísticas. Atualmente produz um documentário sobre a cultura e a história de vida do sambador de roda afro-descendente Manezinho de Isaías. |
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Ana Claudia Okuti
Nascida no Rio de Janeiro cursa Pedagogia na UERJ. É integrante
do Núcleo de Cinema do grupo Nós do Morro, onde ministra
aulas de iniciação ao Audiovisual. Ministrou Oficinas de vídeo
para adolescentes no Fórum Mundial de Educação.
Compartilhou a edição do vídeo-clip “Monstro Invisível” da
banda O Rappa. Realizou em 2007 o curta-metragem
“Caixa Preta.” |
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Danila de Jesus
Nascida em Salvador, BA tataraneta de africanos escravizados.
Criada nas favelas e oriunda de escola pública, encontrou no
Jornalismo uma ferramenta para expressar suas idéias de
transformação de mundo. Militante de movimentos sociais,
sua vivência é retirada das ruas, subúrbios e comunidade.
Usa sua negritude como ferramenta de afirmação na sociedade. |
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Vilma Neres
Nascida na cidade de Ipirá, atualmente vive em Salvador (BA).
Graduada em Comunicação Social com habilitação em
Jornalismo, começou em um projeto de comunicação
comunitária – Jornal do Beirú. Atualmente participa do CEAFRO
– Educação e Profissionalização para a Igualdade Racial e de
Gênero, através do qual cria mecanismos para enfrentar o
racismo institucional e todos os modos de violência. |
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Lincoln Santos
Iniciou sua formação em cinema a partir das oficinas
de edição e roteiro organizadas pelo CIDAN (Centro de
Identificação e Documentação do Artista Negro), em 2007.
No ano seguinte editou o filme “Um poema para Solano
Trindade,” de Zózimo Bulbul. É cientista social e atualmente
estuda cinema na PUC - Rio. Esteve nas filmagens do
5x favela como integrante da equipe de elétrica. |
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Alexandre Nascimento
Cientista social e gestor ambiental como Coordenador
do Programa de Diversidade Étnica e Cidadania da
Convergência. Pratica pesquisa e assistência voluntaria
para o IBPCP (Instituto Brasileiro de Pesquisa para a
Cidadania Plena) ao coletar imagens e depoimentos
junto às comunidades remanescentes de quilombos
sobre plantas medicinais e seus usos, a gastronomia,
Sonoridade, religiosidade e sustentabilidade. |
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Dom Filó
Produtor cultural e militante do movimento negro do Rio de Janeiro.
Durante a Década de 70 foi um dos mentores do “Movimento
Black Rio”, que culminou não apenas na colaboração da
conscientização da juventude negra na cidade do Rio, mas em todo
Brasil. Participou do I Encontro com o filme “21 anos de História
em Movimento.” Apresenta no III Encontro o filme “Movimento
Negro: O Brasil em Durban.” |
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Waldir Xavier
Estudou jornalismo, Filosofia e formou-se em Cinema pela
Universidade de Paris Vii. Morou 15 anos na França onde
trabalhou com diretores como Youssef Chahine, Pedro Costa,
João Botelho, Walter Salles, Yousry Nashallah e Karim Aïnouz.
De volta ao Brasil, colabora ativamentecom o a atual
cinematografia brasileira em 2005 pelo Filme “Cazuza”.
Waldir realizou o curta-metragem “La Suerte” e prepara
“Lua Encantada,” seu primeiro longa-metragem. |
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Julio Pecly
Morador da Cidade Deus, entrou no mundo audiovisual
através de oficinas realizadas por projetos sociais como
Cinemaneiro, Cinema Nosso e Cufa. Foi assistente de
direção na série Humanóides, desenvolvida para
telefonia celular (2007). Foi produtor executivo do
longa-metragem “Matheus, o Balconista ”- primeiro
longa exibido em celular (2009). |
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Wavá de Carvalho
Diretor da Cia Bem Brasil. Começou suas atividades artísticas
em 1986 participando de cursos de teatro. Comprometido com
a arte e a cidadania, dirigiu no teatro artistas consagrados como
Lea Garcia, Tais Araújo, Sergio Loroza, Maria Ceiça, Deoclides
Gouvêa, entre outros. Em 2007 funda a Cia de Teatro e Cinema
Bem Brasil, com o intuito de realizar espetáculos, filmes e
trabalhos artísticos que possam levar o público a uma reflexão
crítica sobre questões sociais, étnicas, culturais e educacionais
da realidade brasileira. |
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Janaina Oliveira (Re.Fem)
A rapper Janaína Oliveira, mas conhecida Re.Fem
(revolta Feminina), mora em Duque de Caxias na Baixada
Fluminense. Desde o final dos anos 90 Atua na Cultura
Hip Hop. Dirigiu o 1º documentário carioca sobre Hip Hop
feminino, “Rap de Saia”(2006), que vai além das questões
do Hip Hop para tratar da igualdade de direitos. Re.Fem
produziu e dirigiu um dos curtas da série Re -Visão Cinemina
(2008), sobre racismo institucional. |
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Dudu de Morro Agudo
Nascido em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, Dudu de Morro Agudo é um rapper comprometido com a cultura hip hop há quinze anos ajudou a criar uma nova forma de fazer cinema, chamada “Contra Cinema.” |
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Markus Konká
Aos 55 anos, Markus Konká fez parte do elenco de diversos filmes não só do cinema capixaba, mas também do cinema nacional além de diversas peças de teatro. Atuou em produções de diretores como Hector Babenco, Arnaldo Jabour, Sérgio Resende e Cacá Diegues. Atualmente cursa pós-gradução em Linguagens Audiovisuais e Multimídia na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). |
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Lelette Couto
Diretora e produtora. Atualmente ocupa o cargo de conselheira da Superintendência de Promoção da Igualdade Racial no Estado do Rio de Janeiro. No teatro esteve envolvida na direção e produção de importantes projetos como “A Odisséia de Cristo" (1984) “Hamlet é Negro” (2002) e as “Vozes Femininas de Ibsen” (2008), entre outros. No cinema foi assistente de direção, produção e também coordenadora de elenco e figuração dos filmes “Memórias do Cárcere” (1984), de Nelson Pereira dos Santos, “Ele o Boto” (1987), de Walter Lima Jr, “Cruz e Souza, Poeta do Desterro” (2000), de Sylvio Back, entre outros. |
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Rigoberto Lopez
Diretor e roteirista nascido em Havana, Cuba em 1947.
Entre suas produções se destacam: “Roble de Olor” (2002),
exibido no II Encontro. O filme ganhou diversos prêmios,
entre eles Dilako de melhor filme do Festival do Cinema
Panafricano de Cannes (2006); “Yo soy, Del son a La salsa”
(1996), onde mais uma vez recebe inúmeros prêmios, entre eles o Kikito de Ouro em Gramado (1997). É licenciado pela Universidade de Havana em Ciências Políticas e desde 1971 faz parte do Instituto Cubano de Arte e da Indústria Cinematográfica. Rigoberto participa da curadoria latina do III Encontro e também com três de seus filmes: “Roble de Olor”, “Mensageiros de Los Dioses”, “Hacer Arte, Hacer Justicia.” |
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Martine Chartrand
De origen Haitiana, nasceu em Montereal em 1962. Martine Chartrand estudou Ciências Sociais e Artes Gráficas no Ahuntsic College e Belas Artes na Concordia University, onde entrou em contato com o cinema de animação. Participou de vários projetos de animação ao longo de sua carreira. Em 1995 realiza um antigo projeto seu, o filme “Âme Noire - Black Soul”, presente na programação do III Encontro. Finalizado em 2000 o filme se tornou um sucesso recebendo 22 prêmios, entre eles o Urso de Ouro do Festival de Cinema de Berlim. |
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Anne Lescot
Nascida em Paris em 1969, Ane Lescot é filha de pai haitiano
e mãe francesa. Trabalhou por dez anos realizando pesquisas
como antropóloga no vudú, o equivalente haitiano das religiões
afro-brasileiras. Também trabalhou em diferentes projetos para
a UNESCO. Em 2001 cria uma produtora, onde realizou
vários projetos para a TV canadense.
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Laurence Mangloire
Laurence Magloire nasceu em Port-au-Prince, Haiti, mas viveu a maior parte de sua vida em Montreal, Canadá. Desde 1990, trabalha na Canadian Broadcasting como produtora de programas infantis. Hoje, desenvolve trabalhos relacionados ao audiovisual no Haiti e em Montereal. |
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Antonio Molina
Um dos mais consagrados documentaristas internacionais em atividade, Antonio Molina, estará, ministrando uma oficina no CCJF dirigida a estudantes, interessados e profissionais da área. Residente no Rio de Janeiro desde 1977, Molina foi professor dos Cursos de Cinema das Faculdades UNESA, UERJ, UFRJ e Estácio de Sá. Ele dirigiu mais de 40 documentários e 60 programas de televisão. No Brasil, dirigiu uma série de documentários sobre a Baía de Guanabara para a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. |
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